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História do Pequinês

O pequinês tem uma história rica e é, merecidamente, uma raça que tem grande popularidade no mundo inteiro. Criado meticulosamente ao longo dos séculos pelos governantes da China imperial, o pequinês era um animal muito popular nos palácios reais, onde vivia separado dos outros cães.

Aqueles cães que estavam no palácio eram considerados “melhores” do que aqueles que as pessoas comuns tinham, e estes últimos eram um pouco maiores e com o aspecto, geralmente, mais resistente. Os cães das casas reais, por vezes, foram dados a outros monarcas asiáticos e, certamente, alguns passaram certas características para outras raças orientais. O Chin japonês, o Pug, entre outros, são cães que se assemelhavam muito ao pequinês de pelos curtos, e são exemplos óbvios da mistura que os pequineses na Ásia proporcionaram. Enquanto raças como estas têm laços distantes, a sua relação na Idade Média era mais estreita do que nos dias atuais.

Acredita-se que nos tempos antigos o Pequinês foi criado apenas para os mais altos dignitários da corte, para aqueles de sangue real. Assim como o povo era obrigado a não olhar para o imperador, também eram obrigados a desviar o olhar, sob pena de morte, quando aparecia um pequinês. Certamente, este cão foi criado sob muito alta estima (alguns dizem que até era considerado sagrado).

 
(Fonte:cachorrogato.com.br)
 

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História do Pequeno Lebrel Italiano

Trazido para a Europa pelos fenícios há milhares de anos, o Pequeno Lebrel Italiano é uma versão menor do Greyhound, criado a fim de obter-se um caçador mais compacto e companheiro. Com o passar dos anos, estes galgos menores conquistaram os corações de muitos nobres europeus, especialmente os italianos. Durante a Primeira Guerra Mundial, a raça tornou-se quase extinta na Inglaterra. Felizmente, a raça tornou-se bem estabelecida nos Estados Unidos, e os criadores americanos foram capazes de ajudar a repor os números ingleses.

 
(Fonte:cachorrogato.com.br)
 

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História do Pequeno Cão Leão

Apesar de sua origem ser desconhecida – alguns aficionados afirmam que essa raça surgiu na Alemanha, outros dizem que os antecessores desses cães vieram da região do mediterrâneo – o Pequeno Cão Leão é uma raça conhecida há pelo menos 400 anos, fato que pode ser comprovado pelas esculturas de dois cães dessa raça na Catedral de Amiens.

O Pequeno Cão Leão era usado como cão de companhia das damas da aristocracia, que apreciavam muito tanto sua pelagem quanto a companhia amável e muito inteligente, chegando a usar esses cães para aquecer os pés. Apesar da popularidade da raça, no século XIX a raça quase desapareceu e só sobreviveu pelos esforços de um criador belga. Graças a ele a raça alcançou um patamar onde a criação é bastante controlada, o que ajuda a prevenir e tratar possíveis doenças genéticas, o que torna esse cão bastante resistente.

 
(Fonte:cachorrogato.com.br)
 

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História do Pequeno Basset Griffon da Vendéia

O Pequeno Basset Griffon da Vendéia é uma raça de origem francesa, mais precisamente da região da Vendéia, onde era utilizado para jogos de caça de lebres e coelhos nos terrenos acidentados e difíceis dessa região.

A sua variedade maior, o Grande Basset Griffon da Vendéia era utilizado para a caça de veados e lobos naquela região. É comum para os franceses desenvolverem pelo menos uma variedade grande e uma pequena de cada raça tipo Hound criada por eles, para cada um possuir um tipo de presa específico. O Pequeno Basset Griffon da Vendéia é usado na França na caça de lebres e coelhos desde o século XVI.

 
(Fonte:cachorrogato.com.br)
 

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História do Pastor Polonês da Planície

Na sua terra conhecido por Polish Owczarek Nizinny ou PON, o Pastor Polonês da Planície descende pro vavelmente do simpático Puli Húngaro, apesar de não se saber ao certo qual a sua origem. Crê-se que surgiu no século XVI, devido à necessidade de criar uma raça versátil e robusta, ágil e corajosa, que defendesse o rebanho e fosse adequado ao clima agreste polaco.

Conta-se que em 1514, seis destes cães viajaram de barco até à Escócia, juntamente com o rebanho de quem tomavam conta. Uma vez no país, foram cobiçados pelos naturais da terra que, numa troca comercial, conseguiram ficar com um casal e uma fêmea. Há quem acredite que estes três pastores contribuíram para o futuro aparecimento do Bearded Collie.

No início do século XX, esta raça gozou do privilégio de ser adotada pela Princesa Grocholska, que orgulhosamente a exibiu, pela primeira vez, numa exposição em 1924. Em 1930, inicia-se o programa de criação, através de dois dos seus exemplares - Mesdames Wanda e Rosa Zoltowskie.


A regularização do número de exemplares criados, só viria a ser conseguida após o término da Segunda Guerra Mundial, pela mão da cirurgiã Dr. Danuta Hryniewicz. Diz-se que o seu cão (chamado Smokz Kordegardy), foi o pai desta raça. Desde então, o Pastor Polonês da Planície tem viajado pelo mundo e já é um participante habitual nas exposições europeias. Alemanha, Holanda, Bélgica e França são alguns dos países que adotaram este animal, onde é essencialmente usado como cão de companhia. Em 1959, a FCI reconheceu esta raça que teve o seu standard aprovado no ano seguinte.

 
(Fonte:cachorrogato.com.br)
 

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